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Aspectos humanos

Aspectos humanos
A População em 2010 é de 28.741 habitantes.
Área da unidade territorial: 4.518 Km²
Código do Município: 110009
 
Composição da população (2000):
Nascidos em Rondônia: 39,8%
Nascidos na Região Sudeste: 31,4%
Nascidos na Região Sul: 13,8%
Nascidos na Região Nordeste: 7,4%
Nascidos na Região Centro-Oeste: 6,9%
Nascidos nos outros estados da Região Norte: 0,4%
Estrangeiros: 0,1%
 
População
 
De acordo com o IBGE, Espigão do Oeste tem 28.741 habitantes é a 13ª cidade mais populosa do estado de Rondônia. Sua densidade é de 5,8 hab./km², assim distribuída:
 
 

Homens Mulheres Área Urbana Área Rural
14.633 14.108 20.629 8.112
Fonte: IBGE, Primeiros Resultados do Censo 2010.

 

Crescimento populacional

Crescimento percentual de Espigão do Oeste.

 

Ano População Crescimento. %
1991 23.156 ---
2000 25.688 10,93%
2010 28.741 11,88%
 
De acordo com o IBGE, (contagem da população 2007) a população de Espigão do Oeste estava em tomo de 27.867 habitantes, assim distribuída:
 
Menos de um ano 0 a4 anos 5 a9 anos 10 a14 anos 15 a19 anos 20 a24 anos 25 a29 anos 30 a34
anos
34 a39 anos 40 a44 anos 45 a49 anos 50 a59 anos 60 anos e mais de 60
473 1920 2.719 2.825 2.823 2.725 2.580 2.296 2.018 1810 1530 1979 1.942
 
Religião: Católicos: 53,94%, evangélicos: 38,36% e outros/sem Religião: 7,7%.
A cidade possui o maior percentual de evangélicos de Rondônia e o 64º maior do Brasil.
 
Imigrantes
 
Em Espigão do Oeste, uma pequena parte da população é rondoniense, pois a maioria veio de outros Estados, como: Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás e Paraíba. As pessoas vêm para cá com as seguintes finalidades: trabalho de operários, ser funcionário público, adquirir terras por custo menor; empreender comércio ou indústria e atualmente em busca de diamante.
 
Tipo Característico
 
É predominante em Espigão do Oeste o tipo alto, pele branca, porém avermelhada pelo sol, cabelos lisos e louros, trajes simples. É o tipo representado pelos descendentes de alemão, que vieram do Estado do Espírito Santo e são chamados popularmente de "pomeranos".
 
Modo Linguístico
 
Há uma variante na língua falada, uma vez que o povo predominante é o "capixaba", de origem alemã, que fala um dialeto denominado "pomerano". Quanto ao sotaque, existe uma diversidade, considerando que, dentro do nosso país, cada região tem um modismo linguístico; assim, quando uma parte dessa região se encontra em um mesmo lugar, ocorre uma mistura de sotaques e costumes.
 
Índios
 
Os índios que aqui habitavam eram as tribos Cinta-Larga e Suruí.
Atualmente, em nosso Município existe a área indígena Roosevelt.
Área indígena Roosevelt foi demarcada e destinada aos índios Cinta-Larga. Essa área tem uma extensão de 233.000 ha.
Dentro dessa área indígena, existe um posto de assistência ao índio, uma enfermaria e um campo de pouso como medida de assistência aos índios. A língua falada é a Cinta-Larga Mondé.
Os índios Suruís foram para a área indígena "Sete de Setembro", no município de Cacoal.
 
NÚCLEOS POPULACIONAIS
 
Apesar da pequena extensão do município, o mesmo já possui 04 distritos. São eles:
 
1 - Distrito de Nova Esperança: Nasceu de um projeto de desenvolvimento rural integrado, que o Polonoroeste, (órgão federal) implantou com o objetivo de beneficiar o produtor. Foi criado como núcleo de Apoio Rural (NUAR). Nova Esperança foi implantada no ano de 1983 e está localizado no Km 14 de Espigão. Possui serviços de saúde, educação, comunicação e energia elétrica.
 
2 - Novo Paraíso:Um pequeno distrito localizado na Estrada do Canelinha, Km 18. É popularmente conhecido por "Canelinha". Possui serviços de saúde, educação, comunicação e energia elétrica.
 
3 - Flor da Serra:Localizado próximo ao Rio 14 de Abril, na Estrada dos Nove Lotes. Possui serviços de saúde, educação, comunicação e energia elétrica.
 
4 - Boa Vista:Conhecido como "Pacarana", localizado próximo à divisa do município com o Estado do Mato Grosso. Possui serviços de saúde, educação, comunicação e energia elétrica.
 
Boa Vista do Pacarana, nome dado pelos índios ao pequeno lugarejo que surgiu da necessidade de preservar o território espigãoense das invasões de exploração da madeira ilegal e das riquezas minerais e do Rio Roosevelt.  Formado basicamente por pequenos agricultores, produtores de leite, fazendeiros, madeireiros, comerciantes e funcionários públicos.